hello
this is devo
we would like to say
things go both ways
new ideas stupid moves
nightmares or dreams come true
mucho work minus play
tension mounts in a twisted face
dark clouds in the crystal ball
tension mounts in a foreign place
the screw turns someone calls
time out for fun!
so you're living under the gun
circumstances have you on the run
a doctor frowns you feel bad
take this you've just been had!
don't you lose it now listen to us
everything's going to be all right
take a break take some time
everything's going to be all right
don't you lose it remember to take
time out for fun!
so your life has just begun
somebody else is saying that it's done
nurses whisper others grin
something's funny at your expense again
quinta-feira, novembro 27, 2003
52 GIRLS
Effie, Madge and Mabel and Biddie
See them on the beach
Or in New York City
Tina, Louise and Hazel and Mavis
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
Wanda and Janet and Ronnie and Reba-o-o-o
These are the girls of the USA
The principal girls of the USA
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
O-o-o Kate, Kate and Cindy and Crystal and Candy
Mercedes and Joan, Betty and Brenda
Suzie and Anita and Phoebe and Jack Jackie-o
These are the girls of the USA
The principal girls of the USA
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name.
See them on the beach
Or in New York City
Tina, Louise and Hazel and Mavis
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
Wanda and Janet and Ronnie and Reba-o-o-o
These are the girls of the USA
The principal girls of the USA
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
O-o-o Kate, Kate and Cindy and Crystal and Candy
Mercedes and Joan, Betty and Brenda
Suzie and Anita and Phoebe and Jack Jackie-o
These are the girls of the USA
The principal girls of the USA
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name them today
Can you name, name, name, name.
Brasil volta a ser abordado em "Os Simpsons"
O seriado "Os Simpsons" voltou a satirizar o Brasil em um de seus episódios, um ano após ter causado controvérsia pela forma como apresentou o Rio de Janeiro em um programa.
No último final de semana, o personagem Homer Simpson, ao discutir com a família aonde deveriam passar as férias, diz: "Adoraria voltar ao Brasil, mas parece que o problema dos macacos está cada vez pior por lá".
No episódio anterior, a Secretaria de Turismo do Rio ameaçou processar a Fox, produtora do desenho.
No último final de semana, o personagem Homer Simpson, ao discutir com a família aonde deveriam passar as férias, diz: "Adoraria voltar ao Brasil, mas parece que o problema dos macacos está cada vez pior por lá".
No episódio anterior, a Secretaria de Turismo do Rio ameaçou processar a Fox, produtora do desenho.
QUER MANDAR UMA MSG??? QUER INTERAGIR COM O BLOG?
eu sei que num dá pra interagir com o blog ainda, mas no alto tem o email, pra quem quiser escrever algo. prometo publicar no blog.
EM TEMPO: NADA DA GLOBOPONTOCOM RESPONDER MEUS EMAILS...
EM TEMPO: NADA DA GLOBOPONTOCOM RESPONDER MEUS EMAILS...
TOGETHER GOING NOWHERE
eu não aguentava mais aquela visão da janela. era sempre o mesmo dia. um enorme e interminável dia composto de outros 360 dias. e ele nunca falou eu não te amo mais. ele simplesmente mudou. ele continuava a amar, mas ele num era mais o mesmo. e numa determinada hora eu num me via mais nos olhos dele. aí a coisa já tinha mesmo acabado. parece coisa de romance q a gente encontra pendurado na banca de revista, mas qdo a gente num se vê nos olhos do outro...já era. farwell, bye-bye. parecia inacreditável. parecia impossível que aquela loucura tivesse acabado. tinha sido um inferno. e tinha sido incrível ao mesmo tempo. eu já tinha enlouquecido milhares de vezes, eu já estava totalmente doente e queria sair daquilo de qualquer maneira. encontrei a saída nem sei como. acho que topei com a porta uma centena de vezes. mas a gente só encontra a saída qdo quer mesmo sair. o resto é cena. com mta convicção, mas é cena. anos depois alguém me falou o óbvio: a gente pode qdo a gente pode.
bom, parecia inacreditável. tinha durado tão pouco comparado a toda a intensidade e todas as mudanças que aconteceram naquele período. mas acabou e deixou, depois de muito tempo, um alívio. ao mesmo tempo num restou nada. somente a memória, o que via de regra sempre resta, pelo menos como registro cronológico. ou melhor, deixou um monte de coisas fechadas num vazio. a primeira grande desilusão é meio assim pra todo mundo. parece o fim do mundo, e é mesmo, mas depois que passa a gente saca que o mundo não acaba assim tão fácil. o olha que num tava sendo fácil na hora.
e o ridículo? putz, esse é foda de superar. lembrar tudo o que a gente fez, mesmo qdo a gente está psicologicamente comprometido...na boa, a gente sempre está comprometido. sei que eu estava bem mal e que isso acalma a vergonha um pouco, mas saca aquela sensação de ressaca no dia seguinte q deixa a gente com medo de lembrar do que fez...? pois é, ainda me sinto assim.
sei que um dia acabou aquela visão da janela. e este trecho da música nunca fez tanto sentido:
Never change the view from my window.
I see the same old road with the same old souls
together going nowhere.
But that won't be me? I've got plans you see.
Places to go? spaces to grow.
Got a hand full of dreams and a heart full of hope.
With a head full of screams? it gets hard to cope.
So I'm leaving it all behind.
Saving the life that's mine.
I've got a train to catch and I can't be late.
I'm on my way to another state of mine.
bom, parecia inacreditável. tinha durado tão pouco comparado a toda a intensidade e todas as mudanças que aconteceram naquele período. mas acabou e deixou, depois de muito tempo, um alívio. ao mesmo tempo num restou nada. somente a memória, o que via de regra sempre resta, pelo menos como registro cronológico. ou melhor, deixou um monte de coisas fechadas num vazio. a primeira grande desilusão é meio assim pra todo mundo. parece o fim do mundo, e é mesmo, mas depois que passa a gente saca que o mundo não acaba assim tão fácil. o olha que num tava sendo fácil na hora.
e o ridículo? putz, esse é foda de superar. lembrar tudo o que a gente fez, mesmo qdo a gente está psicologicamente comprometido...na boa, a gente sempre está comprometido. sei que eu estava bem mal e que isso acalma a vergonha um pouco, mas saca aquela sensação de ressaca no dia seguinte q deixa a gente com medo de lembrar do que fez...? pois é, ainda me sinto assim.
sei que um dia acabou aquela visão da janela. e este trecho da música nunca fez tanto sentido:
Never change the view from my window.
I see the same old road with the same old souls
together going nowhere.
But that won't be me? I've got plans you see.
Places to go? spaces to grow.
Got a hand full of dreams and a heart full of hope.
With a head full of screams? it gets hard to cope.
So I'm leaving it all behind.
Saving the life that's mine.
I've got a train to catch and I can't be late.
I'm on my way to another state of mine.
LONGE DO MEU DOMÍNIO VOCÊ VAI DE MAL A PIOR
comecei a sofisticar com a gabi. daí veio renata, ercilia, angela, bia, cookie, marcela... e também teve rita, glaucia, andrea, manuela, tally, liat, fabrizia, anne, sofia, ligia, selma, andreia, marieta, sophie, ana paula, corina, papola, dani, graziela, fabiana, flavia, isabela...
como a música do b'52, foram muitos nomes. vivi rodeado dessas mulheres. passei a maior parte da vida assistindo essas mulheres. aprendi um monte. as mulheres são uma história totalmente a parte. e quando a gente as acompanha de um ponto de vista semi privilegiado como o meu tem sido na maioria das vezes então...é um experiência única. são todas tão completamente diferentes de todos homens.
durante muito tempo teve muito menos homens na minha vda do que mulheres. as mulheres eram um contigente enorme, nunca um grupo grande de uma vez só. no máximo 3. mas elas formavam uma fila interminável. num sobrava espaço para os homens. e as mulheres são tão incomparavelmente mais interessantes.
* parece um relato de um gostosão comedor com um monte de mulheres correndo atrás. como todo mundo sabe, num é o caso.
como a música do b'52, foram muitos nomes. vivi rodeado dessas mulheres. passei a maior parte da vida assistindo essas mulheres. aprendi um monte. as mulheres são uma história totalmente a parte. e quando a gente as acompanha de um ponto de vista semi privilegiado como o meu tem sido na maioria das vezes então...é um experiência única. são todas tão completamente diferentes de todos homens.
durante muito tempo teve muito menos homens na minha vda do que mulheres. as mulheres eram um contigente enorme, nunca um grupo grande de uma vez só. no máximo 3. mas elas formavam uma fila interminável. num sobrava espaço para os homens. e as mulheres são tão incomparavelmente mais interessantes.
* parece um relato de um gostosão comedor com um monte de mulheres correndo atrás. como todo mundo sabe, num é o caso.
uns homens-1
então, ele é assim: tem algo bem masculino no jeito de andar, nos gestos, no formato do corpo como um todo. dá até pra pensar quando se vê pela primeira vez que "ele deve bater uma pelada de final de semana". tem uma maneira contida de falar, uma voz mais grossa, que dá uma gaguejada de vez em quando. isso até ajuda a parecer mais masculino.
mas tem um lugar dentro dele que é completamente feminino. pelo menos no que a gente apendeu como feminino. na vaidade ele se comporta como uma mulher. uma vaidade de ser olhado e desejado. uma vaidade cheia de gentilezas para com os outros. algo quase servil, de quem se desmancha em atenções só pra ser notado. de alguém que quer agradar.
misturado com essa vaidade tem um desespero emocional. algo que parece de menino, meio sem jeito e que precisa de proteção, mas que na realidade é um descontrole totalmente femino. do tipo que se debate, grita e chora e termina com a cabeça deitada no seu peito.
as vezes parece que todo o jeito contido e barítono de falar é uma maneira de represar um desejo interno de ser mais suave, de ser suplicante.
mas tem um lugar dentro dele que é completamente feminino. pelo menos no que a gente apendeu como feminino. na vaidade ele se comporta como uma mulher. uma vaidade de ser olhado e desejado. uma vaidade cheia de gentilezas para com os outros. algo quase servil, de quem se desmancha em atenções só pra ser notado. de alguém que quer agradar.
misturado com essa vaidade tem um desespero emocional. algo que parece de menino, meio sem jeito e que precisa de proteção, mas que na realidade é um descontrole totalmente femino. do tipo que se debate, grita e chora e termina com a cabeça deitada no seu peito.
as vezes parece que todo o jeito contido e barítono de falar é uma maneira de represar um desejo interno de ser mais suave, de ser suplicante.
umas mulheres-3
"ah, eu te conheço!!". falou isso com conhecimento de causa e jogou a cabeça para trás. só faltou soltar uma vigorosa gargalhada e botar a mão na cintura. eu, sentado ao lado dela, ela em pé ao meu lado, olhei pra cima, que nem era tão pra cima assim e só encarei. nem foi uma encarada. foi um olhar neutro. meio distante até. mas próximo o suficiente para notar uma espinha no canto do lábio, uma testa um pouco suada, um olho mio caído e o outro meio vermelho. ela era bonita. sim, era sim. mas ali ela parecia meio gasta. a pele meio borrachuda, o viço veio vencido. ela começou a falar muito sobre mim, descreveu minhas empolgações, minhas fantasias, minhas idéias firmes a respeito das coisas...enfim, em poucas palavras, todas ditas em disparada, ele fez pouco de mim enquanto balançava o copinho de cerveja pra lá pra cá. eu nem respondi. num achei importante. fiquei meio entorpecido pelo calor e ao mesmo tempo tudo aquilo parecia muito trabalhoso. fixei a atenção nos detalhes. olhei bem aqueles traços excitados, aqueles gestos em convulsão enquanto ela procurava manter uma certa frieza. pensei naquele instante de que ela já havia sido mais fria. mas agora, com uma cerveja a mais na cabeça, toda a convulsão começava a transparecer. estava tudo bem, eu podia ouvir ela repetir pra si mesma. ela defendia com unhas e dentes todo o universo que queria pertencer. queria manter tudo intacto. um olhar meu já fazia ela correr em defesa. tudo estava bem, ela estava em controle. ela podia controlar tudo. entretanto agora ela precisava justificar também. não funcionava mais somente saber internamente que estava em controle. não bastavam os olhares dos homens, a inveja das mulheres. talvez ali os olhares tenham diminuído, talvez agora ela sentisse uma ponta de inveja de outra mulher mais fria e distante do que ela conseguia ser naquele momento.
a esta altura a rajada de palavras já havia cessado. ela sentou ao meu lado, achei que quase exausta, naquele momento ela buscava abrigo. depois de desabafar o mundo dos ressentimentos, exaurida e pálida, parecia mais frágil do que nunca. sentou ali do meu lado em silêncio. eu já nem mais olhava para ela, olhava para os sapatos, pensava no calor...ela sentou, respirou mais tranquila, pegou no meu braço, botou a cabeça no meu ombro, e começou novamente a falar. agora falava outra canção. naquele instante tudo que contava era que ela me conhecia mesmo.
a esta altura a rajada de palavras já havia cessado. ela sentou ao meu lado, achei que quase exausta, naquele momento ela buscava abrigo. depois de desabafar o mundo dos ressentimentos, exaurida e pálida, parecia mais frágil do que nunca. sentou ali do meu lado em silêncio. eu já nem mais olhava para ela, olhava para os sapatos, pensava no calor...ela sentou, respirou mais tranquila, pegou no meu braço, botou a cabeça no meu ombro, e começou novamente a falar. agora falava outra canção. naquele instante tudo que contava era que ela me conhecia mesmo.
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